quarta-feira, 28 de julho de 2010

Uma cadeira vazia, representa o vazio, a ausência do gesto, um palco sem atores, uma voz sem ser ouvida
BOM DIAAAAAAAAAA!
Hoje meu humor está melhor, basta ver o meu "Bom dia", extenso, parece que está se espreguiçando de uma noitada feliz.
Hoje consegui ler meu jornal pela manhã, fato inusitado, pois a maioria das vezes venho a saber de um conhecido que morreu e já foi enterrado(cremado) e nem consegui compartilhar com a familia àqueles momentos de dor, outras, encontro nas listas dos aprovados no vestibular aquele bebê que nasceu e não li a participação
Bem, isto tudo é para dizer que lendo hoje logo após acordar, eis aí o fato inusitado, a coluna do David Coimbra, no ZH, cronista do qual sou fã incondicional pelo seu estilo de falar de coisas sérias de maneira leve e engraçada,me chamou atenção "um nó no lençol", onde ele não querendo dar sua resposta direta ( mas dando) se é contra ou a favor de bater nos filhos para educar, conta o fato de um pai que saindo cedo e voltando tarde todos os dias do trabalho e sendo assim não podendo beijar a filha de maneira que ela o soubesse, pois sempre a encontrava dormindo, combina de dar um nó no lençol a cada vez que este beijo é dado no silencio do quarto.
Sem dúvida, diz ele, esta combinação surte mais efeito que uma palmada.
Este nó no lençol me trouxe a memória um gesto que minha mãe costumava inventar nas Copas do mundo, quando o Brasil estava perdendo e mesmo sem entender nada de futebol queria se tornar solidária ao nosso sofrimento frente a tv."Vou dar um nó no lençol!"- dizia ela. Além de dar sempre certo, este simples gesto de cumplicidade ficou retido nas minhas lembranças até hoje, mesmo sem ela estar mais nos acompanhando nas Copas.
Será por isto, pela falta dos nós dela no lençol, que não ganhamos este ano?Fica a pergunta no ar...
---------------------------------------------------------------------------------
Li um artigo dia destes que não consigo me lembrar a autora, mas muito irônico, e acho que poderia não se estender apenas aos homens de B.Horizonte como ela diz mas a quase totalidade dos homens das nossas metrópoles.Vou trazer para voces o artigo e depois me digam se não existe algo de verdadeiro no comportamento do "homerio" em geral.
Os Homens de BH
Belo Horizonte é a única cidade no mundo onde homem corre de mulher. Pra bem longe. Funciona da seguinte forma: uma cidadã dá dois passos em direção a um cidadão belo-horizontino. E ele dá dois passos na direção contrária. Feia ou bonita. Alta ou baixa. Gorda ou magra. Não interessa. Eles simplesmente não estão a fim de você. Essa é a dura realidade daquelas que estão solteiras em Belo Horizonte.Nem experimente paquerar um cidadão nessa cidade. Ele a fará se sentir a pior das criaturas. Cruzeirenses ou Atleticanos. Pobres ou ricos. Feios ou bonitos. Eles se acham as última bolachas do pacote. E não são.Numa cidade com 35 mulheres pra cada homem (minha estatística!), esses infelizes se acham na condição de escolher o cruzamento da cara da Gisele Bundchën com a bunda da Juliana Paes. E, enquanto eles esperam suas musas, se acham no direito de destratar ou ignorar as pobres mortais da capital mineira. Eles não são gays. Gays sabem tratar muito bem uma mulher.Mas, casos que tenho visto por aí colocam em dúvida a masculinidade desses cidadãos. Tenho uma amiga que buscava e levava o cara em casa, pagava motel e ele se achava no direito de dar end nela. Homem que trata mal mulher é o fim da picada. Em contrapartida, as mulheres de Belo Horizonte ficaram mal-acostumadas. No sentido exato da palavra. Acostumadas com o pior mesmo. Elas aturam homens da pior qualidade. Ligam pra caras que dão end nelas, racham conta de cinco reais, pegam homens que pegam dois ônibus pra chegar na casa delas, se enrolam com caras que têm namorada, pegam homens a pé e se sujeitam a buscar e levar o cara lá na puta-que-pariu. E a lista não pára por aí. Ainda tem homem malcriado. Homem que desliga o celular no final de semana. Homem que aparece na sua casa com revista de mulher pelada debaixo do braço. Homem que liga de madrugada depois que viu que não ia pegar nada na noite. Homem que escreve “gostoza”. (Jesus, me abana!). Homem que chega com bafo de cerveja. Homem que não te ajuda a carregar uma sacola pesada. Homem que chama amiga pra tomarem vinho a sós na casa dele. E ainda tem aquele que canta sua melhor amiga.É!!! Pensa que tô exagerando?No tempo dos nossos avós, era diferente. Os homens eram verdadeiros cavalheiros. Mandavam flores. Abriam e fechavam a porta do carro. Não deixavam as mulheres fazer nenhum esforço físico. As mulheres eram tratadas como princesas. Hoje, as mulheres se sujeitam a tudo pra arrumar um marido. A mulher quis se igualar ao homem e acha que, para isso deve beber cerveja no gargalo, sentar de perna aberta, arrotar alto e dormir com um homem diferente em cada noite. Tomaram o caminho errado. A mulher precisou se rebaixar pra se igualar ao homem. Deixaram de ser as princesas que merecem ser tratadas como tais e começaram a assumir o papel que elas mesmas cobiçaram um dia: rachar conta de cinco reais, pagar motel, buscar e levar homem em casa. Ótimos exemplos de como a mulher se igualou ao homem.Em Belo Horizonte, esse papel que a mulher assumiu se tornou tão forte que os homens pararam de fazer qualquer esforço. Deixaram de ser os caçadores para se tornarem as caças. Aqui, são as mulheres que têm que seduzir o tempo todo. São elas que paqueram, que ligam, que pedem telefone, que dão em cima. E os caras? Meros observadores, frouxos, sem atitude, pois eles não sabem se colocar no papel que as mulheres deixaram pra eles: o de escolher.
P.S.: Esse texto não é uma obra de ficção. É apenas uma compilação de confissões trocadas em mesa de bar por amigas finas, que adoram champanhe e tiveram que aturar esses malas!
Amigas, estou solidária à causa, mas quem sabe nós mulheres começamos a nos valorizar mais?! Bjsss
Faces estas que se confrontam num espaço invulgar,
Rostos incompletos, distantes, lançados à sorte e ao azar.
Perversos, inconstantes, distorcidos, errantes,
Que por entre fios de cabelo negros desencontram olhares cessantes.
Criou-se um espaço onde não nos encontramos,
Onde não faz sentido coexistir com distorções perdidas.
Criou-se na procura a face da mentira e num espaço invulgar,
Todos aqueles minutos de inúmeras vidas.
Rostos incompletos, distantes, lançados à sorte e ao azar.
Perversos, inconstantes, distorcidos, errantes,
Que por entre fios de cabelo negros desencontram olhares cessantes.
Criou-se um espaço onde não nos encontramos,
Onde não faz sentido coexistir com distorções perdidas.
Criou-se na procura a face da mentira e num espaço invulgar,
Todos aqueles minutos de inúmeras vidas.
terça-feira, 27 de julho de 2010
Hoje é dia do etcétera e tal..

Hoje deixo meus devaneios e venho com os etecéteras e tal tão prometidos.O que seriam eles, afinal?
.................


A cortininha aí é a contribuição da fabulosa Miranda July
............................................................................................................................................
São assuntos de toda natureza, tanto na área de arquitetura,decoração ( que adoro), leis que nem sabemos que existem e que nos beneficiam,assim como comidinhas gostosas e fáceis de fazer, lugares imperdíveis de conhecer, make up para o dia a dia, para festas, o que vestir, como se comportar,filmes, críticas...
Vamos lá, então à primeira novidade:Quem nunca usou o truque de amarrar uma linha no dedo para não esquecer de uma tarefa, compromisso ou atividade? A proposta do anel reminder, da oiti, é justamente essa. O inusitado fica por conta do material já que a linha é de ouro 18 quilates. Um luxinho só!
....................................................................................................................................................
.................E aquela menina(?) que chega aos 30 anos e quer sair de casa, ter seu cantinho, com sua cara.Mas o dinheiro é curto e não pode colocar aquele box de vidro temperado que tanto gostaria.Gente! quer coisa mais bonitinha que uma cortina plástica bem fashion ou uma banheira antiga que poderá levar esta mocinha a banhos intermináveis relaxantes, com sais, espumas, etc?
Pois aí vão algumas idéias ,com vários motivos 1-caso você for afixionada em computador,2- em cinema(não é do seu tempo e nem do meu, mas tem aquela do filme"Dançando na chuva") 3-ou a mais clássica que a primeira vista, parece uma cortina branca comum, com a sombra de uma árvore se projetando em sua superfície. Mas, olhando-se no detalhe, percebe-se que a sombra, na verdade, é uma delicada estampa e que a imagem é um efeito óptico composto integralmente por código ASCII .
E aquelas suas prediletas frases para a cortininha do banheiro?
Garanto que você vai curtir, economizar e suas amigas vão adorar!


A cortininha aí é a contribuição da fabulosa Miranda July............................................................................................................................................
ANORÉXICA OU OBESA?
(não existiria um meio termo?)
Beth Ditto- ícone?
A questão dos padrões de beleza é assunto dos mais recorrentes na mídia. De temporada em temporada, estão lá as vozes revoltadas, clamando contra a ditadura da magreza, falando de anorexia, cobrando “atitudes”.
O visual puro-osso ainda é o top de linha das revistas de fofoca e o padrão Hollywood-cadavérico é o mais associado ao visual elegante (leia-se, aparência de mulher rica). As lipos já viraram carne de vaca: é possível parcelar o valor da cirurgia em até quatro anos, e as financiadoras oferecem opções para todos os graus de loucura. As mortes durante as cirurgias não parecem mais assustar.
A maioria das editoras de moda continua com aquela mesma velha equação furada de que só é possível usar roupas curtinhas, muito decotadas ou justas se o corpo estiver praticamente seco. Do contrário, a ousadia ganha rapidamente o rótulo de vulgaridade.
E assim caminham as descarnadas, prestes a botar o fígado e os intestinos em colapso ou a quebrar seus ossinhos no meio (sem contar que a falta de curvas resulta em corpos de aspecto torturado e em rostos ossudos e masculinizados, especialmente nas mulheres mais velhas).
Roupas de grifes de peso (é preciso ser bem leve para entrar nelas), milhares de livros de dietas, milhões de remédios (legais e ilegais) emagrecedores, tratamentos estéticos, cirurgias, etc. O mercado de moda e todos os seus parceiros não declarados, como a indústria farmacêutica, vêm fazendo a festa na área há tempos, sobretudo desde os anos 90. Cifras a dar com o pau: falamos aqui de bilhões de dólares.
À beira da saturação, o mercado, incluindo sua parcela dedicada aos produtos de moda, precisava começar a mudar a direção.
Quando o mercado impõe um padrão como digamos, a magreza extrema, já traz embutido nesse padrão o contra-padrão. E assim descobrimos, com cara de idiotas, que a crítica, que nós muitas vezes fazemos com intenções dignas e sinceras, já estava prevista pelos "donos da bola", desde o começo. Pencas de anúncios, cada vez mais disfarçados de conteúdo editorial, ícones da música pop (eles sempre serviram para disfarçar a caretice alheia) e a garota da capa...Beth Ditto. Ditto aparece sem roupa_
A capa foi recebida com aplausos. “Ai, a moda se rende às gordinhas e até às obesas”. "Ai, agora pode!". “Ai, a moda está ficando mais democrática, ai acabou a ditadura da magreza”. SERÁ?
O visual puro-osso ainda é o top de linha das revistas de fofoca e o padrão Hollywood-cadavérico é o mais associado ao visual elegante (leia-se, aparência de mulher rica). As lipos já viraram carne de vaca: é possível parcelar o valor da cirurgia em até quatro anos, e as financiadoras oferecem opções para todos os graus de loucura. As mortes durante as cirurgias não parecem mais assustar.
A maioria das editoras de moda continua com aquela mesma velha equação furada de que só é possível usar roupas curtinhas, muito decotadas ou justas se o corpo estiver praticamente seco. Do contrário, a ousadia ganha rapidamente o rótulo de vulgaridade.
E assim caminham as descarnadas, prestes a botar o fígado e os intestinos em colapso ou a quebrar seus ossinhos no meio (sem contar que a falta de curvas resulta em corpos de aspecto torturado e em rostos ossudos e masculinizados, especialmente nas mulheres mais velhas).
Roupas de grifes de peso (é preciso ser bem leve para entrar nelas), milhares de livros de dietas, milhões de remédios (legais e ilegais) emagrecedores, tratamentos estéticos, cirurgias, etc. O mercado de moda e todos os seus parceiros não declarados, como a indústria farmacêutica, vêm fazendo a festa na área há tempos, sobretudo desde os anos 90. Cifras a dar com o pau: falamos aqui de bilhões de dólares.
À beira da saturação, o mercado, incluindo sua parcela dedicada aos produtos de moda, precisava começar a mudar a direção.
Quando o mercado impõe um padrão como digamos, a magreza extrema, já traz embutido nesse padrão o contra-padrão. E assim descobrimos, com cara de idiotas, que a crítica, que nós muitas vezes fazemos com intenções dignas e sinceras, já estava prevista pelos "donos da bola", desde o começo. Pencas de anúncios, cada vez mais disfarçados de conteúdo editorial, ícones da música pop (eles sempre serviram para disfarçar a caretice alheia) e a garota da capa...Beth Ditto. Ditto aparece sem roupa_
A capa foi recebida com aplausos. “Ai, a moda se rende às gordinhas e até às obesas”. "Ai, agora pode!". “Ai, a moda está ficando mais democrática, ai acabou a ditadura da magreza”. SERÁ?
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Solidão Contente!

O que as mulheres fazem quando estão com elas mesmas
Ivan Martins, editor-executivo de ÉPOCA
Ontem eu levei uma bronca da minha prima. Como leitora regular desta coluna, ela se queixou, docemente, de que eu às vezes escrevo sobre “solidão feminina” com alguma incompreensão.
Ao ler o que eu escrevo, ela disse, as pessoas podem ter a impressão de que as mulheres sozinhas estão todas desesperadas – e não é assim. Muitas mulheres estão sozinhas e estão bem. Escolhem ficar assim, mesmo tendo alternativas. Saem com um sujeito lá e outro aqui, mas acham que nenhum deles cabe na vida delas. Nessa circunstância, decidem continuar sozinhas.
Minha prima sabe do que está falando. Ela foi casada muito tempo, tem duas filhas adoráveis, ela mesma é uma mulher muito bonita, batalhadora, independente – e mora sozinha.
Ontem, enquanto a gente tomava uma taça de vinho e comia uma tortilha ruim no centro de São Paulo, ela me lembrou de uma coisa importante sobre as mulheres: o prazer que elas têm de estar com elas mesmas.
“Eu gosto de cuidar do cabelo, passar meus cremes, sentar no sofá com a cachorra nos pés e curtir a minha casa”, disse a prima. “Não preciso de mais ninguém para me sentir feliz nessas horas”.
Faz alguns anos, eu estava perdidamente apaixonado por uma moça e, para meu desespero, ela dizia e fazia coisas semelhantes ao que conta a minha prima. Gostava de deitar na banheira, de acender velas, de ficar ouvindo música ou ler. Sozinha. E eu sentia ciúme daquela felicidade sem mim, achava que era um sintoma de falta de amor.
Hoje, olhando para trás, acho que não tinha falta de amor ali. Eu que era desesperado, inseguro, carente. Tivesse deixado a mulher em paz, com os silêncios e os sais de banho dela, e talvez tudo tivesse andado melhor do que andou.
Ontem, ao conversar com a minha prima, me voltou muito claro uma percepção que sempre me pareceu assombrosamente evidente: a riqueza da vida interior das mulheres comparada à vida interior dos homens, que é muito mais pobre.
A capacidade de estar só e de se distrair consigo mesma revela alguma densidade interior, mostra que as mulheres (mais que os homens) cultivam uma reserva de calma e uma capacidade de diálogo interno que muitos homens simplesmente desconhecem.
A maior parte dos homens parece permanentemente voltada para fora. Despeja seus conflitos interiores no mundo, alterando o que está em volta. Transforma o mundo para se distrair, para não ter de olhar para dentro, onde dói.
Talvez por essa razão a cultura masculina seja gregária, mundana, ruidosa. Realizadora, também, claro. Quantas vuvuzelas é preciso soprar para abafar o silêncio interior? Quantas catedrais para preencher o meu vazio? Quantas guerras e quantas mortes para saciar o ódio incompreensível que me consome?
A cultura feminina não é assim. Ou não era, porque o mundo, desse ponto de vista, está se tornando masculinizado. Todo mundo está fazendo barulho. Todo mundo está sublimando as dores íntimas em fanfarra externa. Homens e mulheres estão voltados para fora, tentando fervorosamente praticar a negligência pela vida interior – com apoio da publicidade.
Se todo mundo ficar em casa com os seus sentimentos, quem vai comprar todas as bugigangas, as beberagens e os serviços que o pessoal está vendendo por aí, 24 horas por dia, sete dias por semana? Tem de ser superficial e feliz. Gastando – senão a economia não anda.
Para encerrar, eu não acho que as diferenças entre homens e mulheres sejam inatas. Nós não nascemos assim. Não acredito que esteja em nossos genes. Somos ensinados a ser o que somos.
Homens saem para o mundo e o transformam, enquanto as mulheres mastigam seus sentimentos, bons e maus, e os passam adiante, na rotina da casa. Tem sido assim por gerações e só agora começa a mudar. O que virá da transformação é difícil dizer.
Mas, enquanto isso não muda, talvez seja importante não subestimar a cultura feminina. Não imaginar, por exemplo, que atrás de toda solidão há desespero. Ou que atrás de todo silêncio há tristeza ou melancolia. Pode haver escolha.
Como diz a minha prima, ficar em casa sem companhia pode ser um bom programa – desde que as pessoas gostem de si mesmas e sejam capazes de suportar os seus próprios pensamentos. Nem sempre é fácil.(o grifo é meu)
................................................................................................................................................
"O destino decide quem entra na minha vida. Minha atitude decide quem fica." Martha Medeiros.
domingo, 25 de julho de 2010


FILME IMPERDÍVEL....
· Lília Cabral (Mercedes)
. José Mayer (Gustavo)
· Alexandra Richter (Mônica)
· Cauã Reymond (Murilo)
. Reynaldo Gianecchini (Theo)
· Eduardo Lago (Carlos Ernesto)
· Paulo Gustavo (René)
· Elias Gleiser (Agenor)
· Antônio Pedro (Tio de Gustavo)
· Vera Mancini (Hillary)
· Helena Fernandes (Shirlene)
· Duda Mamberti (Padre)
· Julianne Trevisol (Ju)
· Johnny Massaro
· (Filho de Mercedes)
· César Cardareiro (Filho de Mercedes)
Mercedes (Lília Cabral) é uma mulher casada e com dois filhos que, aos 40 anos, tem a vida estabilizada e como muitos casamentos nesta fase , desprovido de qualquer interesse novo.
Um dia ela resolve, por curiosidade, procurar um analista. Aos poucos ela descobre facetas que desconhecia de si mesma e suas fantasias nunca realizadas e a relação com o marido Gustavo (José Mayer) começa a entrar em crise.Tem a amiga Mônica (Alexandra Richter) para ajudá-la.
Qualquer mulher que já fez terapia, ou que passou por um casamento morno irá dar muitas risadas no enredo triste(todo casamento que acaba é triste) que é transformado em comédia.Quando ela vê seu poder de sedução com rapazes bem mais jovens, a adrenalina vai a mil e tem uma cena hilária onde ela vai ao seu coiffeur e diz ao sentar na cadeira, entusiasmadíssima:"REPICA...REPICA".
Outra cena impagável é ela e a amiga indo a balada, onde encontra um ex e ela imita que está se divertindo quando na realidade deu um mau jeito e ficou "descaderada" .
Os diálogos são extremamente verdadeiros em situações de separação, as mágoas, as dúvidas, tudo posto no ventilador de maneira honesta e engraçada, mas nem por isto menos dramática.
Esta é minha opinião pessoal e recomendo!
Assinar:
Postagens (Atom)

