terça-feira, 20 de julho de 2010

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Bom dia!


O sol voltou a reinar nesta cidade de tanta chuva e frio das últimas semanas.E isto já é motivo para agradecer e aproveitar.





Ontem assistindo a novela "Passione" (sim, eu vejo novela.rs) notei a transformação do personagem Gerson ao ser abandonado pela mulher. E me lembrei de um artigo lido há muito tempo atrás quando também fui acometida deste mal que me fez, de certa maneira, entender o problema sem muitas conotações psicanalíticas, isto é, sem colocar a culpa no meu pai ou na minha mãe- que Deus os tenha!


Seguinte: A euforia da paixão é a mesma experimentada pelo uso de alguma droga. A mesma região do cérebro é inundada pelo neurotransmissor dopamina, associado à sensação de prazer e de recompensa.Em ambos os casos, o ser apaixonado é capaz de perder o senso em busca do objeto de seu desejo.

Hormônios são os únicos culpados pela duração de apenas dois anos de uma paixão amorosa. No início da relação, o elemento químico chamado neurotrofina, que aciona o desejo, é abundante.Com o tempo, esta substância é substituida por outro hormônio, a oxitocina.Este, por sua vez, consolida os sentimentos mais duráveis de amor e de compromisso.

Do ponto de vista da biologia evolutiva, a paixão e o amor não fazem muito sentido.Nossos genes são programados para selecionar parceiros com fins reprodutivos.

A paixão é um vicio que pode fazer mal.Quando rejeitado, o(a) apaixonado passa por sofrimentos fisiológicos.Os circuitos cerebrais relacionados à tomada de decisões arriscadas e os ligados a dor física tornam-ser ativos.
Marcelo/Gérson o teu caso tem solução, não te desespera, viu?
A cor rosa foi apenas para amenizar a dor do moço..nada a ver com o computador dele.